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Angel Luzinha

Fotografia e o prazer de ser Mulher e Mãe por Paula Veiga Claro

Angel Luzinha

Fotografia e o prazer de ser Mulher e Mãe por Paula Veiga Claro

14
Out19

Stranger Things...e as saudades que eu tenho dos anos 80!

Angel Luzinha Fotografia-0026.jpgEu e o meu marido já vimos as 3 temporadas desta série de culto. Aliás, somos fãs desde o primeiro episódio. O elenco é excecional e tudo nos remete para a nossa infância/adolescência. Ambiente, guarda roupa, cenário, banda sonora, brincadeiras, diálogos... enfim, não é à toa que os miúdos de Hawkins atingiram o estrelato à escala mundial! Isto para vos dizer que começámos a rever todos os episódios mas, desta vez, na companhia da nossa Rafaela. A miúda está a adorar!!! Pudera!! Quem é que consegue ficar indiferente aos incríveis anos 80?? Quem é que consegue ficar indiferente ao carisma destes jovens atores? Fazem-me lembrar as histórias dos "Cinco" ou os livros "Uma Aventura" que requisitava na biblioteca municipal e devorava durante as férias grandes (sim, sou do tempo em que a malta adorava ler!). Só sei que esta série despoletou em mim uma saudade gigante.

Como é que o mundo mudou tanto em apenas 40 anos??? Saudade dos tempos em que as crianças eram livres e brincavam na rua à vontadinha. Saudade dos tempos em que passávamos tardes a voar de bicicleta (sem capacetes, joelheiras e afins. Era a inconsciência total!). Saudade dos tempos em que os walkie talkies eram o suprassumo da comunicação (a malta delirava, mesmo que só funcionassem num raio de três metros!). Saudade dos tempos sem telemóveis, apps e likes. Saudades dos tempos em que o único filtro era a sujidade com que chegávamos a casa depois de uma tarde a brincar à séria. Enfim, outros tempos! Entretanto, ontem foi dia do meu detox digital. Aos domingos o wi-fi desliga-se e volto aos anos 80. Estou a tentar que a Rafaela também alinhe neste detox mas a minha cria não sente necessidade de se desligar. Porquê? Porque faz parte de uma geração que já nasceu ligada. Quem já nasceu prisioneiro jamais compreenderá a liberdade que o offline nos proporciona. 

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