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Paula Veiga Claro

Fotografia e o prazer de ser Mulher e Mãe

Paula Veiga Claro

Fotografia e o prazer de ser Mulher e Mãe

Confinar (sem pirar)

15.01.21, Paula Veiga Claro

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Para um espírito livre e sonhador como eu (sou aquariana e basta) a palavra confinar tem a força de uma mão que me estrangula. Não só pela falta de liberdade que o termo encerra em si mesmo, como pela paragem que exige a quem trabalha na minha área. Agora que a agenda de 2021 estava a ganhar forma, POW!! Tudo adiado outra vez. Sim, porque a fotografia é incompatível com o regime de teletrabalho. A fotografia só ganha forma onde se sente o pulsar da vida.

A modos que nos últimos dias andei a exorcizar a minha ansiedade e a construir a bolha onde vou viver nos próximos tempos. As minhas manhãs vão continuar a ser dedicadas ao desporto porque, se há quem seja viciado em álcool e drogas, eu sou viciada em endorfina, a chamada hormona do bem estar que é produzida naturalmente pelo nosso organismo durante a prática de atividade física. Uma espécie de Prozac natural que está ao alcance de todos! A malta não pode ir ao ginásio mas treina em casa ou na rua. Não há desculpas para não continuarmos a cuidar de nós.

E as tardes vão ser dedicadas ao estudo, à pesquisa e à leitura porque a fotografia é um mundo imenso onde ainda há tantos caminhos que quero desbravar.

Resumindo, já que a vida nos dá tempo, que o saibamos aproveitar de forma sábia e construtiva.

(Foto do verão passado. Não vivemos atrás das grades mas estamos em liberdade condicional. Que todos a saibam respeitar porque a liberdade, tal como tudo na vida, não é um dado adquirido). Cuidem-se e não deixem que o negativismo se apodere da vossa mente. Não o permitam 💪


 #confinarsempirar #fuckcovid 

Hábitos cruéis

08.01.21, Paula Veiga Claro

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Hoje aproveito este post para dar voz a quem não sabe falar. Sei que muitas pessoas, sobretudo as que vivem nos meios rurais, acham normal ter os cães acorrentados no quintal expostos a todo o tipo de condições climáticas. Sei que é assim e até conheço quem o faça. Nas longas caminhadas que faço pelo campo, bem os vejo a torrar no verão e a congelar no inverno e, quando pergunto porque é que não protegem os patudos das temperaturas extremas, até se deixam rir porque a bicharada sempre viveu na rua, desde os tempos dos seus avós.

Enfim... nem me vou alongar demasiado com esta conversa porque a falta de sensibilidade tira-me do sério! Eu bem tento mudar o mundo mas, debelar hábitos ancestrais e mentalidades arcaicas é mais difícil que acabar com as ervas daninhas.

Nos próximos dias as temperaturas vão baixar (ainda) mais por isso deixo aqui o apelo: Resguardem os vossos companheiros de quatro patas. As Fadas existem mas não conseguem aconchegar todos. Têm de ser vocês a zelar pelos vossos.

(Foto de 2015 quando a minha Fada ainda se vestia a rigor. Agora anda sempre à paisana).

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