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Angel Luzinha

Fotografia e o prazer de ser Mulher e Mãe por Paula Veiga Claro

Angel Luzinha

Fotografia e o prazer de ser Mulher e Mãe por Paula Veiga Claro

GIVEAWAY em parceria com o Armazém das Caldas em Lisboa

28.11.20, Paula Veiga Claro

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Sei que muitas de vocês já estão a reconhecer este serviço de chá. SIM, é o tal! Quando fui ao Armazém das Caldas escolher o bule e as chávenas para servir o chá mágico nas Sessões de Natal, fiquei indecisa entre este e o vermelho escarlate. Acabei por optar pelo segundo, porque se encaixava melhor nos tons do cenário, mas este não ficou esquecido! É maravilhoso e remete-me de imediato para o universo mágico da Alice no País das Maravilhas. Olho para estas peças e só as imagino a falar e a dançar (sim, vocês já sabem que eu não bato bem da cabeça e que tenho uma eterna criança dentro de mim!).

E se eu vos disser que, em parceria com o Armazém das Caldas em Lisboa (Campo de Santa Clara n° 112), tenho 1 Serviço de Chá igual a este para vos oferecer. O serviço é composto por 1 bule e 6 chávenas em grés com vidrados reativos, o que faz com que cada peça seja única. É a beleza ímpar das cerâmicas portuguesas!

O GIVEAWAY está a decorrer AQUI no feed do meu instagram. Boa sorte 🍀

 

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O início de um novo ciclo

26.11.20, Paula Veiga Claro

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De hoje a um mês faz 13 anos. Há quem me pergunte porque é que já não publico tantas fotos dela ou porque é que não aparece com frequência nas stories mas penso que é óbvio. A Rafaela está uma crescida e eu também estou a crescer enquanto mãe. Tive de aprender a controlar os meus instintos de progenitora babada porque os filhos crescem e precisam de espaço e privacidade. Sei que para quem nos segue desde o início é estranho, até porque o blog Angel Luzinha nasceu com a Rafaela (ANGEL porque, assim que a vi pela primeira vez, transformei-me no seu anjo da guarda e LUZINHA porque ela foi uma luz nas nossas vidas após a escuridão da gravidez dos gémeos, na qual perdi ambos).
 
Mas, se para vocês é estranho, imaginem para mim que adorava partilhar o mundo encantado da Fada mais querida. Agora olho para o blog e para as minhas redes sociais e tudo mudou. No início achei estranhíssimo mas agora já interiorizei. É o início de um novo ciclo. Agora partilho maioritariamente o meu trabalho mas SEMPRE com um cunho pessoal. A Paula mãe, mulher e adepta de um estilo de vida saudável está sempre aqui, em cada palavra, até porque adoro escrever o que me vai na alma e jamais transformarei as minhas plataformas digitais em meros álbuns fotográficos.
 
A bicharoca fofinha também vai continuar por aqui mas noutro registo porque a mãe já percebeu que ela não é bebé 😅 (mas não te livras de me ouvir todas as manhãs quando saltas da cama e andas descalça pela casa... ou quando te recusas a levar o chapéu de chuva e o casaco quando chove a potes). Irra!!! Eu também já fui assim mas estar deste lado é muuuuito mais complicado (quando fores mãe vais perceber).
 
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Acho que é melhor nem pensar....

11.11.20, Paula Veiga Claro

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Vocês sabem que eu adoro ir ao baú. Hoje andei a esgravatar e descobri esta memória tão boa do nosso S. Martinho em 2013. Andávamos pelo meu Alentejo a apanhar nozes, castanhas e dióspiros. A Rafaela segurava o alguidar e por ali andava (sempre a esvoaçar) com este sorriso delicioso atrás de nós e dos avós. Lá no nosso campo temos estas maravilhas ao alcance da mão (um luxo!) mas aqui temos de rumar à mercearia/supermercado para satisfazer os vícios.
 
Contudo, nos tempos em que éramos livres, os meus pais também vinham várias vezes a Lisboa e traziam-nos estes miminhos da natureza. E agora? Agora, apesar dos contactos diários por via digital, sinto que 2020 veio tornar as distâncias ainda mais longas. Neste momento, dou por mim a pensar se conseguiremos lá ir passar o Natal e o aniversário da Rafaela (ahhh pois, esta carinha laroca entra oficialmente na adolescência no dia 26 de dezembro!).
 
Enfim, acho que é melhor nem pensar...
Na era da incerteza o melhor é dominar a mente para não mergulharmos em pensamentos que nos causam ainda mais ansiedade.
 
Só sei que hoje vale a pena refletir sobre a lenda do cavaleiro gaulês que, durante uma forte tempestade, retirou das costas o manto que o aquecia, cortou-o ao meio com a espada e deu-o ao mendigo que pedia esmola na estrada. Nesse momento a tempestade deu lugar a um sol radioso.
 
Atualmente também estamos a precisar de um milagre. A tempestade vai ser longa mas o pensamento positivo tem de prevalecer, a par com a solidariedade, o respeito e a resiliência.
 

GIVEAWAY em parceria com a loja Ca'tita

06.11.20, Paula Veiga Claro

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Fotografar o catálogo outono inverno da loja Ca'tita foi daqueles trabalhos que me deu um duplo prazer. Porquê? Porque é uma loja multimarca que vende exclusivamente grandes marcas portuguesas para um público que adoro, ou seja, bebés, crianças e teens. Este casaco tipo bomber em estampado geométrico é da MDD e tem sido umas das peças mais vendidas nesta estação (tanto que já esgotou no fornecedor!) mas a Ca'tita reservou um igual, TAMANHO 15/16 ANOS, para este giveaway.

Um casaco super cool e versátil para as miúdas também partilharem com as mães 😁 falo por mim porque a Rafaela já veste a minha roupa (e vice versa). O passatempo está a decorrer AQUI no instagram. Vamos lá dar cor aos dias cinzentões! Boa sorte 🍀

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A arte de dizer NÃO

05.11.20, Paula Veiga Claro

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As crianças são peritas na arte de dizer "não". Muitas ainda nem sabem pronunciar o seu próprio nome mas já entoam esta palavra com todas as letras (para desespero dos pais porque a fase do "não" é lixada! Eu que o diga!). Mas as crianças crescem, o vocabulário aumenta e o "não" passa a ter cada vez menos entoação. Só mais tarde, quando atingimos a maturidade, percebemos que nunca devíamos ter deixado de entoar esta palavra com a devida convicção. Porquê? Porque só passamos a controlar verdadeiramente a nossa vida quando aprendemos a dizer "não".

NÃO a tudo aquilo que nos desvia do caminho que queremos seguir.

NÃO a tudo aquilo que nos rouba o foco, o tempo e a energia.

NÃO às pessoas tóxicas que só subtraem aquilo que queremos somar.

 

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Cicatrizes eternas

03.11.20, Paula Veiga Claro

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Desde criança que pratico desporto e tenho uma alimentação saudável. Aliás, o desporto sempre foi o meu vício. Só parei em 2006 quando engravidei dos gémeos. Uma gravidez de alto risco durante a qual estive em repouso total porque eram gémeos verdadeiros e só tinha uma placenta que não nutria, nem oxigenava um deles.
 
Aos 5 meses de gestação acabei por ficar sem o Pedro e o Rafael (faz dia 29 deste mês 14 anos). O mais débil foi o primeiro a morrer mas continuou dentro de mim porque partilhava o espaço com o irmão que ainda lutava pela vida. E eu continuava internada num sofrimento físico e psicológico brutal, cheia de drogas para evitar uma septicemia e esmagada por uma barriga gigante (com excesso de líquido amniótico) onde habitava um bebé sem vida e outro em permanente sofrimento. Felizmente a natureza foi sábia e pôs fim a tanta dor. Acabei por entrar espontaneamente em trabalho de parto. Ficaram as cicatrizes cravadas na alma e um sentimento de revolta que me consumia diariamente. Porque é que uma pessoa como eu, mega saudável, desportista, com amor à vida e sem qualquer problema em engravidar, teve que passar por tamanho horror?? Nunca vou saber a resposta. Só sei que a partir desse dia nunca mais fui a mesma. Senti na pele a efemeridade e a fragilidade da nossa existência. SIM, somos todos mortais e as desgraças não acontecem só aos outros. Passei a dar AINDA mais valor à saúde e a focar-me totalmente no essencial. Entretanto, engravidei da Rafaela e a luz voltou às nossas vidas (daí o blog chamar-se Angel Luzinha).
 
Tudo isto para vos dizer que me choca a forma como certas pessoas andam a brincar com a saúde. Há quem pense que, pelo facto de ser jovem e saudável, tudo lhe passa ao lado. Não tenham ilusões! Se este ou outro vírus se alojar num órgão vital, estamos lixados! E depois há quem continue a teimar que o cancro e as doenças cardiovasculares matam mais que a Covid. SIM, é verdade mas NÃO SÃO VIRAIS! No caso da Covid todos somos possíveis recetores e transmissores. Para além disso, o SNS tem limites (como outro serviço qualquer) e se os doentes Covid dispararem não consegue dar assistência a todos. Cada um é livre de acreditar nas teorias que quiser mas NINGUÉM tem o direito de colocar a vida dos outros em perigo.
 
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