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Angel Luzinha

Fotografia e o prazer de ser Mulher e Mãe por Paula Veiga Claro

Angel Luzinha

Fotografia e o prazer de ser Mulher e Mãe por Paula Veiga Claro

A beleza da espontaneidade

17.08.15 | Paula Veiga Claro
Adoro fotos sequenciais e espontâneas (principalmente de crianças porque são as rainhas da espontaneidade!). Adoro registar as expressões que fazem enquanto cheiram uma flor, contemplam um pato, brincam com um balão, comem um gelado, penteiam uma boneca, empurram um carrinho, etc, etc, etc.

E se colocarmos três ou quatro fotos da mesma sequência naquelas molduras grandes? Já experimentaram? Fica espetacular! Aqui em casa tenho várias e não consigo evitar um sorriso sempre que olho para elas. As paredes ganham alma e movimento. 

Só tenho pena que a Rafaela já não tenha a espontaneidade dos tempos de bebé. Agora já se preocupa demasiado com a pose e raramente a consigo apanhar distraída. Já não a consigo fotografar com o pé na boca, a fazer bolinhas de cuspo, a morder um brinquedo ou toda despenteada! Tempos que deixam saudade. Por isso mesmo, aproveito este post para partilhar convosco um conselho que dou a todos os meus clientes: quando fizerem uma sessão fotográfica com os vossos filhotes não se preocupem demasiado com o laço do vestido, ou com a gola que está torta, ou com o cabelo que fugiu do lugar ou com o brinquedo que eles teimam em segurar (a não ser que a sessão seja para um fim profissional/moda/book). As fotos espontâneas são as que melhor definem as várias fases dos nossos filhos. Eles não vão fazer bolinhas de cuspo para sempre, eles não vão querer chuchar no dedo do pé para sempre, eles não vão gatinhar e destruir o cenário para sempre, eles não vão babar-se até aos joelhos enquanto comem um gelado para sempre ou arrancar o laço do cabelo entre sorrisos e gritinhos. Tudo passa, até a espontaneidade!

A maior parte das mães preocupa-se demasiado com estes detalhes mas eu peço-lhes sempre para relaxarem e deixarem os pequenos à vontade. Só assim se conseguem aquelas fotos que mais tarde recordamos com um sorriso nos lábios de tão loucas que são. Por exemplo, há dois anos fotografei uma bebé em estúdio que teimava em descalçar-se para meter o pé na boca. A mãe queria registar os seus dois aninhos mas queria vê-la direita e sossegada. Impossível! Os dois anos são uma fase de grande movimento e é isso que merece ficar eternizado. A mãe lá relaxou, a reguila andou à vontade e eu consegui aquelas fotos que ela hoje recorda com saudade porque a sua baby já tem 4 anos e a inconsciência rebelde dos terrible two já se foi. Também consegui as tais fotos "direitinha e sossegadinha" mas sem imposições e sem "olha para aqui ou olha para ali". Tudo ao ritmo da pequenita porque as crianças desta idade ainda não têm maturidade para poses e afins. Se as pressionarmos entram numa espiral de rabujice e depois já ninguém dá conta delas.

Em suma deixam-nas ser crianças porque quando menos esperarem já as têm direitas e certinhas a fazer pose para a objetiva... e depois vão ficar com pena de não terem registado aqueles tempos loucos que já não voltam para trás, acreditem ;-)






Rafaela: Óculos Polaroid / colar Terços da Lupinha / Túnica H&M

Let them be little!

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Insta moments

16.08.15 | Paula Veiga Claro
Por aqui continua-se a saborear estes dias até ao último raio de sol porque se o verão passa depressa as férias voam! Hoje começámos com uma daquelas caminhadas matinais pelo paredão de Oeiras (e que bom foi ter o paredão só para nós!) e acabámos na Praia Grande porque o mar subiu bastante e quando isso acontece ninguém segura o nosso homem em casa. Desta vez convenceu-nos a ir com ele, o que raramente acontece porque costuma ir surfar às 7 da manhã e a essa hora ninguém nos arranca da cama nas férias (no way!). Mesmo assim ainda pensei duas vezes porque com a ventania que estava em Lisboa pensei que ia voar na Praia Grande. Mas o beach cam não se engana e apanhámos um final de tarde impecável (nublado mas sem vento e uma temperatura super agradável).

E a Rafaela? Chegou à praia com a prancha debaixo do braço (a pensar que ia fazer grandes malabarismos!) mas mudou logo de ideias assim que avistou aquele mar demoníaco. O pai atirou-se às ondas e ela ficou-se pelas poças porque bandeiras vermelhas e ondas daquelas dimensões são para doidos ou para quem já tem muitos anos disto. A verdade é que ela adora o espírito, fica babadíssima a olhar para o pai, farta-se de tentar mas não tem veia de boogie chick. É demasiado princesa. Prefere águas calmas ou somar quilómetros na bicicleta (sai à mamã, pois claro!).

Quem nos segue no instagram já viu estas fotos. Foram tiradas com o telemóvel (nota-se! minha rica nikon!) porque quando vou para a praia gosto de estar descansa. Se levo a máquina tenho que andar de olho nela e não estou para isso. Tenho é que estar atenta à Rafaela, isso sim!

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Detalhes de verão

13.08.15 | Paula Veiga Claro
Ela e as pulseiras! Todos os verões elege uma para andar no tornozelo e eu alinho porque esta estação pede acessórios giros e as miúdas ficam o máximo com estas coisas. Aliás, eu também já usei e abusei quando era pequena. Lembro-me perfeitamente de passar horas a fazer as minhas próprias pulseiras e de trocar algumas delas com as amigas. Rituais que passam de geração em geração porque as miúdas serão sempre miúdas ;-)

Esta foi comprada em Peniche na semana passada e fica um amor com as sandálias Ipanema. Foi ela que escolheu. Adorou os tons néon e os mini guizos que tilintam a cada passada 


#cooldays #coolgirls #coolsummer

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Um destino de sonho

12.08.15 | Paula Veiga Claro
O que é um destino de sonho? É aquele onde nos sentimos bem. Pode ser simples, luxuoso, frio, quente, longe, perto mas o que realmente importa é a forma como nos toca a alma. E é isso que sinto cada vez que rumo ao Vimeiro e ao Hotel Ô Golf Mar. Ali sinto-me em casa. Cada vez que me vou embora sou invadida por uma nostalgia atrofiante que me enche de vontade de agarrar nas malas e mudar-me definitivamente para aquela região. O ano passado foi assim e este ano vou pelo mesmo caminho. Chegámos a Lisboa na segunda à noite (depois de fazermos uma maratona de quilómetros para ir buscar a dona raposa ao Alentejo) e ainda não parei de olhar para as milhentas fotos que tirei. O ser humano é assim. Somos todos movidos por paixões e a maior parte delas não se explicam. Sentem-se, movem-nos, inspiram-nos mas não se explicam. 

Há quem goste de luxo e confusão, eu prefiro o sossego e a simplicidade. Não era capaz de viver isolada no meio da serra, nem pensar (no Natal estou três dias na nossa casa de campo e começo logo a subir às paredes!) mas adoro respirar livremente sem demasiado caos à minha volta. Nem 8 nem 80.

E nesta zona temos precisamente o melhor dos dois mundos (para o  nosso gosto, pois claro!). De um lado a costa cheia de praias maravilhosas (algumas ainda meio selvagens e cheias de ondas para quem gosta de surfar!) e do outro a serra a perder de vista cheia de cantos e recantos para explorar. E é aqui que eu me perco! Não sou grande fã de praia mas adoro caminhar horas e horas pelo campo. Por isso mesmo, aqui fica a dica para quem for para estes lados. Comecem na praia do Porto Novo e a seguir sigam pelo maravilhoso caminho que nos leva até às Termas do Vimeiro. Quando chegarem às Termas continuem em frente porque vale a pena! São cerca de 6 km mas fazem-se com uma perna às costas entre conversas, descobertas e amoras! Um trajeto top para quem gosta de correr, caminhar, andar de bicicleta ou espairecer. E se gostam de descobrir novos spots, arrisquem e embrenhem-se pelo mato. Vale a pena, acreditem ;-)


























A beleza da simplicidade e de tudo aquilo que mais aprecio na vida: família, liberdade, sossego, amor e muita descontração,

Fotos e mais fotos! Há muitas mais no meu instagram

Quando o sol beija o horizonte

11.08.15 | Paula Veiga Claro
É a hora do dia que mais gosto e só nas férias a consigo saborear como deve ser. No resto do ano é para esquecer porque coincide com banhos, jantar e afins. Mas nas férias o ritmo é outro e ninguém me arranca da praia ou da janela quando o sol se aproxima do horizonte. Sou viciada na paz e no ambiente celestial que se gera neste momento em que a luz cobre tudo de dourado. Não gosto da noite. Sou diurna por natureza mas este momento é simplesmente majestoso. Pena durar tão pouco... por isso é que é tão especial! Por mim podia durar 4 horas.... 4 horas debaixo desta luz ténue e ímpar... podia durar mas não seria a mesma coisa. A beleza reside precisamente nos escassos minutos em que ele se aproxima, beija e mergulha no horizonte.





Praia de Porto Novo no Vimeiro do nosso coração. A imagem da Santa Rita neste rochedo. A forma como ela abraça este mar imenso. Há qualquer coisa de muito forte que me prende a esta praia... ainda mais enigmática ao final do dia... maravilhosa!





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Ao sabor do vento

08.08.15 | Paula Veiga Claro
Hoje o dia acordou para lá de ventoso. Aliás, neste momento é uma da manhã e ainda escrevo estas linhas ao som do diabo que anda lá fora. A modos que só fomos à praia para devolver o Pintas Verdes à natureza (quem não sabe do que estou a falar basta espreitar ao meu instagram). Tive que por um ponto final neste "namoro" porque ela e o bicho já me andavam a dar cabo do juízo. Ahh pois! Trouxe-o para o hotel dentro de um balde (e teve que o tapar porque o espertalhão fugiu duas vezes!) mas já me andava a dizer que gostava de o levar para casa para o ensinar a andar para a frente. O quê??? Estão a imaginar, não estão? Vocês nem calculam o que eu sofro nas mãos desta fada... só eu sei!

O Pintas Verdes lá ficou no seu habitat natural enquanto nós rumámos até Óbidos. A última vez que lá estivemos foi no aniversário da Rafaela. Recordam-se? Esse dia mágico que registei aqui. Foi apenas há sete meses mas a verdade é que nunca me canso de andar por esta vila tão portuguesa. A luz, as cores, os recantos, os cheiros, o movimento, os turistas, as lojas cheias de coisas giras... uma inspiração! 








Um terraço lindo e super cosy! Daqueles que apetece ter em casa ;-)




Descobrir novos caminhos até às muralhas...



Este tinha dona (felizmente!) caso contrário já tínhamos aqui mais uma dor de cabeça...


Uma das coisas que mais me fascina em Óbidos é a quantidade de flores que encontramos ao virar de cada esquina. Ela adora e eu também ;-)




Rafaela: Macaco Mim / bolero Cóndor / sandálias Ipanema / óculos Polaroid / colar Terços da Lupinha

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Peixinha de água doce

06.08.15 | Paula Veiga Claro
Se ela fosse um bichinho era capaz de ser um peixe. Um peixe de águas calmas porque não quer nada com mares revoltos. O papá bem tenta incutir-lhe o gosto pelo bodyboard mas ela prefere "surfar" na piscina e de preferência indoor, onde a água parece um caldo. Só a apanham cá fora enquanto faz a digestão. Assim que lhe dou luz verde zás lá para dentro! Hoje nem tive tempo de lhe colocar a touca! Fez-se à água num fechar de olhos com este sorriso mais reguila :-) 

E por aqui andamos, entre o verde e o azul desta região que nos enche de uma tranquilidade fora do comum. Dias onde escrevo ao som do mar que nos entra pelo quarto adentro. Dias polvilhados de liberdade, descontração, descanso, brincadeira, desporto e muito mimo. De tudo o que nos faz feliz.









 Uma sereia cada vez mais fã de biquinis! Este é o tal que ela escolheu na Decathlon ;-)



Nestes dias vamos andando mais pelo Instagram 


De férias (finalmente!)

01.08.15 | Paula Veiga Claro
É assim que vamos andar de 1 a 15 de agosto. Quer dizer, não vamos andar a rastejar mas vamos andar sem pressas e sem horários para nada. A ideia é fugir da rotina e descansar ao máximo porque uma pessoa chega a esta altura do ano (de rastos!!) e desejosa de se desligar do mundo (o que não é fácil quando se é free lancer e se tem a minha profissão). Não é fácil mas é possível. Tem que haver limites e tempo para tudo. É imperativo desligar para regressar ainda com mais força. Por isso mesmo, não estranhem a minha ausência pelo blog e redes sociais porque a ideia é manter o portátil na pasta e o telemóvel na mala para saborear com S grande a família, os mergulhos, os petiscos, os sorrisos, as brincadeiras, os beijos, os abraços, o pôr do sol, os caminhos, os pés descalços, o vinho verde gelado, as sestas depois de almoço e tudo aquilo que me recarrega o corpo e a alma.

Só a nikon é que vai andar sempre comigo porque já sabem como é! Sem ela sinto-me amputada. Há sempre momentos para colecionar. Há sempre um sorriso ou um pôr do sol à espera de um clique... ou um bicharoco que a fada avista algures!

Em suma, vamos andar devagar, devagarinho entre o verde e o azul do nosso paraíso. De qualquer forma, vou dando sinal de vida pelo meu instagram porque também sei que nunca consigo desligar-me por completo... a força da existência é mais forte que eu :-)


Boas férias!!!
Aproveitem para fazer tudo aquilo que vos faz feliz porque não tarda estamos com um pé no regresso às aulas e nos meses loucos que se avizinham...

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